Te amo, garota.
(Enquanto as estrelas cuidam de quem dorme, lá no céu,
Eu, acordada, cuido de quem anda do meu lado
De quem cai comigo e me ajuda a levantar
Enquanto o mar continua velando os pescadores, lá na praia
eu abraço quem foi embora e depois voltou,
feliz por ter de volta)
1/27/2008
Postado por Mar e Ana às 21:13
1/25/2008
Aconteceu
E eu não vi
o quão rápido os dias deslizaram...
Os meninos pararam de brincar;
E a senhora recolheu a roupa;
A menina correu pra pegar a flor;
E o casal tão feliz outrora, brigou.
A mãe chamou: filho, entra!
E a noite escureceu...
No céu, estrela nasceu...
Na sala, beijo seu foi meu!
As mãos se soltaram;
E a rodoviária ficou para trás.
As cortinas se fecharam,
E a música parou de tocar...
A vida passou...
eu?
vivi!
Postado por Mar e Ana às 19:22
Essência
Espero sentada aqui, só
Todo o silêncio que eu tanto quis
me sufoca.
Queria a carta, suja de pó
E o resto do mundo de onde eu fugi
me prendeu.
Quando eu voltar, uma nota "dó"
E a música que eu dancei
me cansou.
Se eu tiver forças, e não mais só
Vou dançar e voltar pro mundo
respirando, livre, nova
me vivendo.
Postado por Mar e Ana às 19:16
1/22/2008
Versos perdidos
Estou tão perto de mim mesma
que cada vez me vejo menos
Cada volta parece menor
Estou tão longe de você
Distantes...
Postado por Mar e Ana às 19:49
Sambinha.
Venha, meu bem, se balançar
Venha meu bem, vamos dançar.
Saia no ar, sapatilha no chão
Sinta a batida, com seu coração.
Vem, morena, pros meus braços
vem, morena, vem dançar
Cabelos no ar, bate as mãos
Sinta a música, com emoção.
vem, meu nego, vem dançar
nesse embalo, comigo dançar
Sente o pandeiro, de todo coração
Bate as palmas, dança a canção.
Vem, moreno, pros meus braços
vem, moreno, vamos dançar
Segue nesse gingado, segura minha mão.
Dança comigo, veste emoção.
Postado por Mar e Ana às 15:58
1/20/2008
1/19/2008
Estrelas e asfalto
Só porque uma coisa ou outra incomode,
Não significa que tenhamos que desistir!
As flores nascem todos os dias
em todos os asfaltos da cidade.
Eu esperava mais ar, mais noite, mais tudo
O que me faltou foi oxigênio, árvores e estrelas.
De repente, elas fugiram, com medo de existir
e deixaram a nossa existência vazia.
A tarde cai feito um viaduto,
e os carros correm feito gente.
As luzes da noite gritam lá fora
e meu peito explode aqui dentro.
Eu poderia te guardar comigo.
Ou jogar fora todos os presentes,
mas escolhi simplesmente aproveitar a noite,
enquanto ainda recupero meu fôlego.
Alguns dias chove e chovemos junto.
Postado por Mar e Ana às 16:13